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The Economist nomeia Havas Digital para vender impresso e digital

A revista britânica The Economist, uma das mais importantes publicações do mundo, acaba de contratar a Havas Digital nos Estados Unidos para a venda de assinaturas em mídia impressa, digital e também no iPad.

Há muito tempo, os publishers já enfrentam o desafio de aumentar a base de assinantes do impresso. O contrato com a Havas demonstra um esforço para tornar o assinante digital um gerador maior de assinatura. Os publishers têm tido sucesso crescente na adesão de assinantes por meio dos canais digitais sobre os quais a Havas Digital tem experiência.

O que não se sabe é se The Economist se encaminha no sentido de aceitar os termos da Apple para o modelo de assinatura do iPad. Quando a Apple apresentou seu sistema de assinaturas para o tablet, em fevereiro deste ano, muitos publishers recusaram o modelo ao considerar que a Apple tem acesso aos dados dos assinantes e também a um naco de 30% da receita gerada pela assinatura. A revista Popular Science, no entanto, foi uma das publicações que adotou o modelo da Apple e, até agora, afirma ter vendido mais de 10 mil assinaturas no iPad (outros veículos, como o Financial Times, no entanto, questionam o modelo da Apple e podem, inclusive, ter que retirar seu aplicativo da App Store se não chegarem a um consenso com a empresa de Steve Jobs).

Até o momento, The Economist não é vendida no modelo de assinaturas previsto na App Store, dentro dos parâmetros estabelecidos pela Apple em fevereiro. A Havas Digital não comentou o assunto. Os publishers, inclusive os do jornal The New York Times, têm feito testes com assinaturas digitais, na tentativa de obter novos fluxos de receita. A revista The Economist cobra, atualmente, US$ 110 para a assinatura digital, o que incluo o acesso a todo o conteúdo online, móvel e também para iPad. A assinatura anual de impressão digital sai por US$ 127.

A equipe da Havas para a mídia digital da The Economist inclui a Media Contacts, a agência criativa Archibal Ingall Stretton e a agência de mídia social Cake. O contrato com a Havas Digital não afeta o acordo que a revista tem com a BBDO, que é a agência de publicidade da marca para a Europa e também para os Estados Unidos.

Twitter abre as portas para a publicidade

Criado em 2006, só agora o Twitter lança a tão aguardada plataforma para suporte de publicidade. A informação foi publicada nesta terça-feira no blog do co-fundador da empresa, Biz Stone.

Batizada de “Promoted Tweets”, a inovação permitirá às empresas o envio de anúncios por tweets. Inicialmente, apenas 10% dos usuários receberão textos comerciais.Este é o primeiro passo do microblog para tornar o serviço rentável, mas a novidade já é vista com maus olhos pelos usuários pelo fato de ser semelhante ao envio de spams.

A empresa avisa que as mensagens pagas terão uma indicação de “promotedâ€, no topo de algumas buscas feitas no serviço. Entre os primeiros anunciantes estão Best Buy, Red Bull, Sony, Starbucks e Virgin America.

O projeto de publicidade no Twitter será executado em diversas etapas. O próximo passo só será dado quando a empresa tiver um melhor entendimento da repercussão do Promoted Tweets. Futuramente, a exibição de imagens publicitárias entre os textos publicados pelos usuários será implantada.

Embora a plataforma tenha sido lançada como uma novidade, essa não é a primeira vez que uma ação de publicidade foi feita no microblog. A Microsoft foi a primeira empresa a investir em publicidade no Twitter. Em março do ano passo, a marca foi divulgada por uma caixinha retangular posicionada na coluna da direita do perfil do usuário. A diferença dessa ação para a nova investida do microblog é a criação de uma plataforma para a publicidade dentro do site.

Via AdNews

O que as pessoas realmente estão comprando online

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A agência online Permuto Inc. elaborou uma pesquisa que mostra a relação de venda on/offline de produtos em várias categorias.

Os dados são do U.S. Census Bureau e considera-se e-commerce compras realizadas por catálogos, telefone e internet.

Categorias onde a compra online já supera a compra in store: livros, revistas, vestuário, eletrônicos, alimentos, cerveja, vinho, móveis, música, vídeo, material de escritório, artigos esportivos, brinquedos e jogos.

Via Coisa Semanal

Why Social Media Won’t Save Madison Avenue

Why Social Media Won’t Save Madison Avenue

Confira esta matéria (em inglês), do George Parker na Psfk:

Just last week, holding company WPP announced a decline in profits of forty seven percent and indicated there would be more massive layoffs to come. Much is being made of how, in spite of the decline in most ad budgets, the increasing use of the Internet, and particularly social media, will save the ad industries bacon.

Sorry guys, it ain’t going to happen. Simply because it will be impossible for online advertising and social media to deliver everything that is expected of it. The stark reality is that advertising on the Internet is not going to grow; it’s actually going to decrease. This is what happened during the dot com explosion ten years ago; this is what’s going to happen this time around (with perhaps the single exception of Google).

“In recent years, consumers have become used to feasting on online freebies of all sorts: news, share quotes, music, e-mail and even speedy Internet access. These days, however, dotcoms are not making news with yet more free offerings, but with lay-offs—and with announcements that they are to start charging for their services.†No, that’s not me talking today, that’s what The Economist said in April 2001, and in the immortal words of the great philosopher, Yogi Berra, “It’s deja vue all over again!â€

In spite of Chris Anderson’s protestation that we are now living in a society where everything will be driven by the business model “Free,†in which you attract people by giving stuff away in the hope that you will eventually be able to “monetize†the millions of “eyeballs†you’ve captured by selling advertising and other paid-for services, wasn’t that was the business model that saw thousands of dot com company’s crash and burn less than ten years ago?

Obviously, the culprit responsible for the current mania is Google. When they went public, just five short years ago, the stock went through the roof, for the very sensible reason that they were actually making money… Lots of money. And they were doing it simply by placing inoffensive text ads next to relevant search results. Wow, anyone could do this shit. All you had to do was capture all those unwashed millions out there with nothing better to do than cruise the blogosphere and throw money at you. Hence the birth of MySpace, YouTube, Facebook and Twitter, plus many more current and future wannabee’s.

Problem is, in spite of their billion dollar valuations and grandiose claims that they will soon be reaching ninety percent of the world’s population, none of these mass appeal social media sites are actually making money, and the problem is that if they attempt to get anywhere near their inflated valuations by either increasing advertising, or charging for services, most of the fickle eyeballs out there will simply go somewhere else. Don’t believe me? Look at the initial explosion and current implosion of MySpace.

There’s no question that Social media will continue to grow. But coming back to where I started, if I was Madison Avenue, I wouldn’t be putting all my chips on that particular bet right now.

George Parker is the perpetrator of adscam.typepad.com, without doubt, one of the most foul and annoying, piss & vinegar ad blogs on the planet. His new book, The Ubiquitous Persuaders, has just been published by Amazon and is currently setting the ether ablaze. He will continue to relentlessly promote the crap out of it until you are forced to stab yourself in the eyes with knitting needles.

Socialnomics – Social Media Revolution

Erik Qualman reuniu todos os argumentos sobre mídia social em um vídeo para promover seu livro Socialnomics . O livro fala sobre o quanto as mídias sociais estão transformando o modo como vivemos e fazemos negócios. O vídeo “Social Media Revolution†mostra a dimensão dessa evolução. Argumentação suficiente pra acabar com aquela história de “bolha 2.0?. s confetes e serpentinas para social media parecem não ter fim. Só ficam atrás das inúmeras matérias e pesquisas sobre o Twitter que, cá pra nós, já encheram a paciência. Outra coisa que saturou é a tal da “web 2.0?, um termo criado para mostrar a evolução na forma de se relacionar e utilizar a internet e que já demorou para cair em desuso.

Via Update or Die

Coca-Cola Freestyle

Coca-Cola Freestyle

Coca-Cola Freestyle

A Coca-Cola lançou uma máquina de refrigerante que tem 140 sabores disponíveis para o consumidor. Batizada de Coca-Cola Freestyle, a máquina mistura diferentes produtos da Coca-cola, regulando as dosagens de modo a não ficar nem doce demais nem com cafeína demais. O invento está sendo testada no mercado americano, apenas no setor de restaurantes e não para venda em latas, mas não tem previsão de vir para o Brasil.

Via aletp

Help Remedies

Help Remedies

Help Remedies

Help Remedies

Help Remedies

Help Remedies é uma marca de remédios que tem por missão aproximar a medicina das pessoas. Para divulgar a sua nova linha de produtos, a marca criou uma série de mostras diferenciadas em vitrines de farmácias! As embalagens também são muito interessantes e inovadoras. Aproveite para conferir o site da marca, onde você pode fazer a sua própria camiseta.

Via invisiblered, coolhunting e lovelypackage

Accidental Billionaires, o livro sobre o Facebook

Accidental Billionaires

Um livro contando todos os detalhes da criação do Facebook estaria sendo preparado pela revista Fortune. Acontece que o New York Times também está na jogada através do jornalista Brad Stone, e tentando tirar da revista a exclusividade da história. Accidental Billionaires (Bilionários por acidente), o livro versão Fortune deve ser lançado dia 14 de julho.

Via Valleywag

Google vai concorrer com a Amazon na venda de livros digitais

O Google pretende vender livros digitais através de um programa que permitirá aos editores oferecer seus novos títulos diretamente para o consumidor. Tom Turvey, diretor de parcerias estratégicas, participou da BookExpo, em Nova Iorque no fim de semana, e disse que o projeto prevê que os consumidores possam ler os livros em qualquer aparelho com acesso à internet – incluindo celulares. Não ficará restrito a um leitor de livros eletrônicos, como o Kindle, da Amazon. Na verdade, o programa do Google concorre com a varejista online também na relação com os editores – vai permitir que eles definam os preços para o consumidor. A Amazon vende os e-books por USD 9,99.

Via New York Times

CP+B Intern Auction – 17,6 mil dólares pelos 38 estagiários da Crispin Porter

CP+B

Brammo

O CP+B Intern Auction, leilão de estagiários da agência Crispin Porter + Bogusky, terminou ontem com a oferta vencedora, no valor de USD 17,6 mil, feita pela Brammo, fabricante de motocicletas elétricas. Alem do salário mínimo pago pela agência, cada um dos 38 estagiários receberá USD 465 pelo trabalho de 3 meses para o cliente. Para você, isso não está cheirando a uma estratégia de marketing para gerar buzz e mídia espontânea para a marca? Meu voto é que sim.

Via Ad Age