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QR Code ganha força com ajuda de grandes players

O QR Code agora está começando a fazer parte do dia a dia nos EUA, graças ao importante apoio de marcas como Target, Best Buy, Macy’s e Post Cereals. As empresas estão colocando os códigos na frente de uma ampla faixa de consumidores, até mesmo o setor imobiliário está usando os códigos em tags de plantas e guias de turismo.

A Macy’s está focando na educação do internauta, com um spot de 30 segundos que foi divulgado no Facebook, YouTube e no próprio site da Macy’s, onde mostra como seus clientes devem usar os códigos. “Nós realmente sentimos que precisávamos educar as pessoas sobre isso”, explica Martine Reardon, vice-presidente executivo de marketing da Macy’s. “Eles podem não saber o que fazer com ele. É importante dizer.”

Embora a campanha acabe de ser lançada, Reardon revela que os vídeos já estão quadriplicando do que era esperado inicialmente. “Pode-se dizer que a métrica que colocamos lá fora, não foi agressiva o suficiente. Mas sabemos que estamos no caminho certo.”

A Best Buy foi pioneira e acrescentou o QR Code para todas as suas tags de informações sobre o produto. Apesar de não ter explicado formalmente o uso dos códigos, é difícil você não usar quando entra em uma loja. A digitalização da marca orienta os consumidores para a página de detalhes dos produtos Best Buy, no site móvel. Com o tempo essas marcas também poderiam apontar para um vídeo, as avaliações do produto ou permitirem que o cliente adicione o produto a uma lista de desejos.

“Foi uma aposta. Mas foi uma boa aposta que fizemos”, disse Spencer Knisely, diretor sênior de design ambiental do grupo Best Buy. Ele fala sobre a decisão de acrescentar os códigos em seu produto. “Temos a sorte de ver o mercado se recuperar. O varejo é um ótimo lugar para isso. Pensamos [códigos QR] como um assistente de compra pessoal”.

Agora é esperar para a tecnologia se firmar no Brasil, o que acredito ainda está um pouco longe de acontecer, apesar das iniciativas já existentes, principalmente no setor de varejo.

Com infos da AdAge

State of News Media 2011 – Startups e software como mídia são destaque

Nesta segunda-feira, foi publicada a versão 2011 do State Of News Media, estudo anual sobre tendências na área de mídia, produzido pelo Pew Research Center Project for Excellence in Journalism. O relatório é voltado ao mercado dos EUA, mas vale dar uma olhada em alguns pontos.

Segundo o material de divulgação do estudo, os destaques são um aumento na produção de conteúdo próprio na web e o fato de que, pela primeira vez, as pessoas preferem adquirir informações por meio da web (46%) do que via jornais impressos (40%).

AOL e Yahoo! são citadas como exemplos de empresas que passaram a investir nessa produção de conteúdo próprio e deixaram de ser apenas agregadoras de informações. Em 2010, ambas contrataram dezenas de jornalistas, montaram projetos de jornalismo e uma rede de correspondentes nos EUA.

Outro destaque é que o faturamento de publicidade online nos EUA superou a receita com anúncios de jornais impressos. No entanto, essa publicidade online nem sempre está associada a “conteúdo jornalístico”, o que não é um bom sinal para as empresas de jornalismo.

Em alguns pontos, o estudo repete algumas tendências reveladas em anos anteriores, como encolhimento das redações de jornais impressos nos EUA, além do crescimento do uso dos dispositivos móveis (aka celulares e tablets) para consumir informação.

No entanto, para variar, o mais interessante do State Of News Media não está nos “destaques oficiais”, mas nos detalhes.

Um deles consiste no fato de que algumas empresas de mídia estão concretizando uma tendência já indicada em outros estudos – a aquisição e o fechamento de parcerias com “startups de jornalismo” (pequenas empresas iniciantes focadas em inovação).

Cada vez mais, as startups são vistas como uma forma de trazer vitalidade e novas ideias para o “ecossistema de informação”.

Em 2010, a NYTimes Company fechou parcerias com duas delas. Vivian Schiller, diretora geral da NPR, declarou que startups são importantes para o futuro das organizações de jornalismo, pois são capazes de trazer inovação de fora.

Há 2 anos, a AOL comprou a Path, voltada a notícias locais, e, neste ano, levou para debaixo de seu chapéu o Huffington Post e a Outside.In, startup criada pelo escritor de cultura digital Steven Johnson.

Outro dado do estudo é que, para atingir leitores e anunciantes, as empresas de jornalismo necessitam cada vez mais de “intermediários”  – Facebook, empresas de softwares, agregadores de conteúdo (Google News) e lojas de aplicativos com as suas próprias regras de receita e conteúdo.

É a 1ª vez que o relatório sobre jornalismo trata software como mídia, no sentido de que as pessoas atualmente utilizam softwares não somente como se estivessem acessando mídia, mas por que eles se tornaram um dos principais intermediários da comunicação e da produção de conteúdo.

Esse cenário impõe um desafio às empresas de jornalismo, pois quanto mais intermediários, maior a necessidade de divisão de receita e da base de dados sobre a audiência. O acesso a essa base de dados é essencial,  pois, segundo o estudo, as organizações de mídia mais bem sucedidas serão aquelas que melhor souberem entender o seu público.

E, para entendê-lo, é necessário não somente o acesso a esses dados, mas também fazer uma leitura correta deles. No entanto, tecnologias e conhecimentos para tal leitura estão cada vez mais em empresas fora da área de jornalismo (Google, Apple, Amazon etc).

Crédito da foto: HHhales
Via Tiago Dória Weblog

Nokia aponta 10 tendências de mobilidade

A evolução constante da indústria mobile em todo o mundo – como não poderia deixar de ser – aparece como um grande desafio aos fabricantes de equipamentos e à cadeia como um todo. Empenhada em manter o caráter inovador de seus produtos e o desenvolvimento sustentável do mercado, a Nokia – através do Instituto Nokia de Tecnologia – preparou uma lista com os 10 assuntos sobre mobilidade que devem ganhar destaque ao longo dos próximos meses.

Segundo André Erthal, diretor da área de Experiência em Serviços do INdT, faz parte da missão da empresa pesquisar as melhores maneiras de conectar as pessoas, principalmente tendo em vista que a quantidade de aparelhos móveis equipados com navegadores deverá ultrapassar a marca de 1,82 bilhão de unidades até 2013. “O mundo nunca deixou de sofrer transformações no modo como as pessoas interagem e se relacionam na esfera das informações. Nós entendemos que é nosso papel pesquisar e desenvolver novas formas de conexão na proporção e na velocidade que a tecnologia nos permite”, comenta.

Confira a seguir, as dez tendências detectadas pela Nokia através dessa pesquisa:

Redes 4G – Elas seriam as responsáveis por proporcionar uma cobertura ampla e com alta capacidade de transmissão. Os pesquisadores do instituto acreditam que entre as aplicações mais utilizadas com sua evolução serão as transmissões de vídeos em alta definição, jogos online e multi-player, comércio eletrônico e uso de redes sociais.

Realidade Aumentada – Já utilizado, o recurso deve trazer novidades como GPS com câmera para melhorar o reconhecimento de ambientes de maneira remota e, consequentemente, levar mais possibilidades de interação com o usuário beneficiando ações publicitárias por geolocalização.

Games – De acordo com a empresa, os aplicativos de jogos são os mais procurados nas lojas virtuais e só tendem a crescer. O próprio Instituto da fabricante vem desenvolvendo jogos exclusivos para serem vendidos pela Ovi loja.

Cloud Computing – O armazenamento de dados fora da memória física dos aparelhos ganha cada vez mais força na indústria por suprir o problema de falta de espaço. As pesquisas atuais da própria Nokia estão direcionadas ao desenvolvimento de ferramentas que permitam essa conexão e armazenamento na nuvem.

Segurança – Recursos como reconhecimento facial do proprietário devem começar a aparecer embutidos nos dispositivos móveis. Outras tecnologias também deverão ser desenvolvidas no intuito de proteger os dados e informações pessoais carregadas pelas pessoas.

Aplicativos – A aposta é na intercompatibilidade dos aplicativos, que são desenvolvidos mirando diferentes plataformas móveis. O tempo de desenvolvimento também deve ser reduzido com possibilidade de produção de aplicativos praticamente em tempo real.

3D – É provável, segundo a pesquisa, que a tecnologia seja transportada para os celulares desde que diminuída a necessidade do uso de óculos especiais para visualização dos efeitos.

Redes Sociais via Mobile – A popularização do acesso a esses ambientes pelos dispositivos móveis é dada como certa com uma forte tendência de os aplicativos de acesso já virem embarcados em aparelhos mais simples. A integração das redes sociais com serviços baseados em geolocalização também é tendência.

Criação de Música – A exemplo do Nokia Loop, a fabricante acredita na popularização de aplicativos que permitem a criação de músicas pelos usuários através de trechos de voz, canções capturadas ou qualquer outro barulho. A integração com as redes sociais e tocadores de MP3, claro, é indispensável.

Educação para Sustentabilidade – A preocupação com o ambiente fará com que as empresas se dediquem a encontrar meios de fomentar a evolução desses conceitos via mobilidade. A Nokia, por exemplo, já conta com projetos que envolvem a sociedade nessas questões.

Via m&m online

This Unpredictable Life – Honda integra comercial de TV com aplicativo de iPhone

A agência Wieden + Kennedy, os animadores Adam Foulkes e Alan Smith do estúdio Nexus e Garrison Keillor na locução atacam mais uma vez e nos apresentam o filme This Unpredictable Life”.

A grande inovação do comercial é a integração com um aplicativo para iPhone. Utilizando uma tecnologia de reconhecimento de áudio, você pode “pegar” com o seu iPhone os personagens do comercial. Se conseguir reunir todos, desbloqueia conteúdo extra. O filme, além de muito bonito, vale pelo uso da tecnologia e pelas possibilidades criativas que se abrem.

Abaixo você vê o filme e, em seguida, uma demonstração do aplicativo em funcionamento.

Facebook Credits – a moeda exclusiva para jogos sociais do Facebook

Uma decisão do Facebook deverá afetar o mercado de micro-pagamentos nos Estados Unidos. A empresa decidiu que, a partir de 1º de julho, sua moeda eletrônica, o Facebook Credits, será a única maneira de se pagar pelos jogos na rede social.

A informação, do blog TechCrunch, dá a entender que os jogos poderão manter suas moedas virtuais, como a FarmBucks, do FarmVille, mas os usuários poderão pagar apenas com o Credits.

Este mercado tem crescido muito naquele país e se constitui em uma mina de ouro. Segundo o Adweek, o jogo CityVille, o mais novo da Zynga, já excedeu 100 milhões de jogadores em poucos meses.

Dentre as unidades monetárias que deverão ser afetadas estão o PayPal e o Checkout do Google. Estima-se ainda que o Facebook coloque no bolso 30% de cada crédito no Credit.

Intel – Adidas Virtual Shoe Wall

Um dos pontos altos apresentados na National Federation of Retail Convention foi a visão da Intel de um ambiente de loja interativo e conectado para a Adidas. O projeto foi concebido pela Start Creative e é composto por elementos como o adiVerse Virtual Shoe Wall, um telão de touch screen no qual os clientes podem visualizar os tênis em 3D e obter informações. Confira abaixo um vídeo demo.

Levi´s – New Way to Use Less

Depois da ação criada para a GAP no ano passado, embalada pela onda sustentável e de alternativas ao consumo, agora é a Levi´s quem lança sua campanha pró-economia de recursos naturais, a Levi´s Water<Less.

A marca, uma das mais lembradas quando o assunto é jeans, estudou e descobriu novos tipos de lavagens para seus produtos, que utilizam menor quantidade de água e com isso economizam aproximadamente 858,4 milhões de litros deste precioso recurso natural.

Segundo Erik Joule, um dos criadores do jeans Waterless, o conceito pode ser estendido a toda produção e a ideia da grife é justamente fazê-lo nos próximos anos.

Além da economia de água na fabricação do jeans, a campanha também convida todos a economizarem nas lavagens em suas residências, diminuindo ainda mais os gastos desnecessários e o impacto na natureza.

Uma boa notícia para quem se interessa pela pegada ecológica é que os modelos da coleção eco-friendly estarão disponíveis no Brasil a partir de fevereiro.

Via Y2

Screen Society – A sociedade da teletela

O vídeo feito pela empresa sueca de inovação The Astonishing Tribe mostra como seria um dia qualquer por volta de 2014.

As cenas, junto com filmes como Minority Report e o Sexto Dia, entre outros, são empolgantes e assustadoras. O que me faz vir à mente a pergunta:  o que estamos fazendo?  Ao mesmo tempo, desencadeia o seguinte pensamento: talvez estejamos na fase de transição.

Quem sabe a Internet não terá nem nome daqui alguns anos e seja algo tão simbiótico e inerente à sociedade quanto a luz elétrica ou o telefone, assim como nossa interação com a teletela.

Projeto Fiat Mio

Fiat Mio o carro do futuro?

Dinheiro Virtual

“E-Money Band” é feita de silicone e possui um pequeno chip em seu interior capaz de armazenar até US$ 600. A única exigência é que o comerciante tenha um leitor compatível para realizar o débito. Basta aproximar o acessório das máquinas instaladas nas lojas de conveniência para que o valor da compra seja descontado do crédito.

A invenção é bastante prática para os japoneses, já que usa um sistema de pagamento chamado Edy, disponível em milhares de lojas espalhadas pelo país. Direto do Blog do Uol